VerbaCalc — cálculos trabalhistas e previdenciários
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O dossiê que falta na hora de protocolar

Protocolar exige uma porção de campos que não estão na peça: classe processual, assunto do CNJ, valor da causa, qualificação das partes. O dossiê monta isso e diz o que falta.

Em construção Monta o dossiê hoje; o envio ainda não é automático.

A ficha de protocolo já sai pronta: classe processual, assunto do CNJ, valor da causa, rito decidido pela lei e a qualificação das partes, com as pendências à vista.

O que ainda falta:

Protocolar por sistema exige credenciamento junto ao CNJ e um operador habilitado no tribunal. Até lá o dossiê é levado ao PJe pela pessoa que assina a peça — que é, de todo modo, a etapa que não deve deixar de ser humana.

O rito, decidido pela lei Até 40 salários mínimos é sumaríssimo (CLT, art. 852-A). O mínimo sai da série do Banco Central, pela data do ajuizamento — e não de um valor digitado que envelhece.
Assunto do CNJ Da tabela que o seu TRT de fato usa, e não de um palpite.
O que falta aparece Campo sem resposta vira pendência escrita, e não um espaço em branco que passa despercebido.
A pasta do cliente vira pasta protocolável Foto vira PDF, áudio vira MP3, vídeo vira MP4 — e daí em diante tudo passa pela mesma medição, compressão e divisão. PDF não é rasterizado, e o que já é MP3 ou MP4 não é reconvertido.
O que ele não faz. Não decide tese por você, não protocola, e não substitui a sua revisão. A peça sai como minuta, com as pendências à vista: o que o cliente não respondeu aparece entre colchetes, e o que o cálculo não cobriu vem listado no relatório de conciliação.

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Criar a conta não custa. O crédito é debitado quando a peça e o cálculo saem — atender, entrevistar e assinar contrato não gastam nada. Planos a partir de R$ 9,90, e o crédito só é debitado quando a peça sai.